Dividindo cérebro ao meio.

Caçar antilógicas é uma atividade prazerosa. Durante alguns meses, experimenta-se a sensação titilante de que se acaba de entrar em um mundo novo. Depois disso, a novidade esmaece e os pensamentos retornam aos assuntos de sempre. O mundo é novamente sem graça, que se encontre outro tema que seja excitante (ou consiga colocar outro figurão em um estado de ira total).

Para mim, uma dessas antilógicas veio com a descoberta da literatura sobre cognição – de que, ao contrário do que todos acreditam, não teorizar é um ato – que teorizar corresponde à ausência de atividade voluntária, à opção “padrão”. É necessário um esforço considerável para se ver fatos (e lembrar-se deles) enquanto se abstém de julgamentos e resiste-se a explicações. E essa doença da teorização está raramente sob nosso controle: ela é largamente anatômica, parte de nossa biologia, de forma que lutar contra ela exige que se lute contra o próprio ser. Assim, os preceitos dos antigos céticos de se abster de julgamentos vão contra nossa natureza.

Falar é fácil, o que é um problema da filosofia aconselhadora …

– Nassim Nicholas Taleb.

PS.: Para acabar o ano …

Caminhos.

Diferente do encontro de corpos, que no final só querem ir embora, é a conexão das almas que permanece, que nos faz querer ficar. É quando as conversas e as ideias se encaixam que as pessoas ficam mais lindas. É quando as vontades e os desejos coincidem que a gente tem uma relação mais feliz.

Nem precisa ser a nossa alma gêmea, basta dizer “vem que eu te explico no caminho”, e a gente vai na certeza que vai para ser feliz.

– Desconhecido.

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora